Impressionismo foi um movimento artístico surgido no século XIX, na França, responsável por modificar de forma drástica os padrões estéticos da época, os quais regiam as técnicas de pintura. O nome do movimento vem da obra “Impressão, nascer do sol”, de Claude Monet, um dos primeiros quadros a utilizar as novas tendências.
O impressionismo se difere grandemente de outros estilos artísticos pelo fato de a luz e o movimento se tornarem, aqui, os aspectos centrais da obra. Se no barroco, os artistas valorizavam o contraste, as sombras e os efeitos entre o claro e o escuro, no impressionismo ocorre exatamente o contrário, pois tudo retratado em uma obra deveria ser mostrado como se estivesse em um ambiente extremamente claro e exposto à luz solar. Até mesmo as sombras deveriam ter cores luminosas, de certa forma.
Além disso, os artistas do impressionismo pregavam a utilização de cores complementares, afirmando que, desta forma, seria possível um melhor contraste do que a utilização do claro-escuro. Além de Claude Monet, podemos citar outros grandes artistas representantes do grupo, como Vincent Van Gogh, Auguste Renoir, Edgar Degas, Camile Pissaro, Alfred Sisley, Cézanne, entre outros.
Embora o impressionismo tenha criado obras que revelassem uma grande graciosidade, dando a sensação de harmonia e felicidade, o movimento foi duramente criticado no início, pois muitos ainda se mantinham fiéis ao academicismo. O primeiro contato com os novos padrões impressionistas ocorreu em uma exposição feita em Paris, em abril de 1874.
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