História do Real

O Brasil adotou o Real em 1994. Após sucessivas trocas monetárias no cenário econômico do país, o Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso propôs criar uma nova moeda forte, que aliada à queda da inflação, proporcionaria estabilidade econômica para o país.
A moeda foi criada dentro de um regime cambial fixo em relação ao dólar americano. O real passou a ter um teto e um piso pré-definido. Se o valor do real se tornasse acima do patamar escolhido, comprava-se dólares para desvalorizar a moeda brasileira, funcionando de forma equivalente em situações inversas.
Em Janeiro de 1999, após o Brasil passar por uma de suas maiores crises financeiras, o Banco Central do Brasil determinou que o real deixaria de ter câmbio fixo e passaria a ter um câmbio flutuante, seguindo as necessidades do mercado. Após essa medida, o real se desvalorizou grandemente.
Para se ter uma idéia, em 1995, R$1 valia US$ 1,20. Já no final de 2002, devido à preocupação em torno da instabilidade política no Brasil, o real ficou tão desvalorizado, que U$1 quase chegou a valer R$4.
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