História do LSD

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LSD (dietilamida do ácido lisérgico) é uma substância alucinógena com efeitos muito fortes. Para se ter uma ideia, a dose normalmente consumida é composta por 0,0001 grama da droga, quantidade suficiente para provocar fortes efeitos no indivíduo.

Sua história nos leva a 1938, ano que em que os químicos suíços Albert Hofmann e Arthur Stoll sintetizaram a substância pela primeira vez em um grande programa de pesquisa que tinha o fim de descobrir derivados da ergolina úteis para a medicina.

O primeiro a experimentar os efeitos da droga foi o próprio Dr. Hofmann. Uma pequeníssima parte da substância foi absorvida por sua pele de forma acidental. Sentindo sensações estranhas e confusas, o mesmo teve que ir embora para casa. Percebendo que o responsável por aquelas sensações seria justamente a dietilamida do ácido lisérgico, Hofmann testou em si mesmo uma dose maior da substância, o que o levou a ter alucinações estranhíssimas. Mesmo assim, o médico que o atendeu não encontrou nada de anormal, além das pupilas dilatadas.

A partir destas primeiras experiências, os Laboratórios Sandoz passaram a vender a substância para ser usada no tratamento de diversos distúrbios psiquiátricos. Os cientistas interessados podiam receber a mesma de forma gratuita. Muitos profissionais da saúde passaram a usar o LSD de forma recreativa.

Nas décadas de 60 e 70, a droga ganhou grande popularidade nos Estados Unidos e na Inglaterra, principalmente entre a comunidade hippie e os universitários. Finalmente, em 1967, a droga foi proibida nos EUA, medida também adotada por muitos países.

Os efeitos do LSD variam muito de pessoa para pessoa. Geralmente, se resumem em alucinações auditivas e visuais, sensação de estar sonhando acordado, tristeza e alegria ao mesmo tempo, sensação de estar flutuando, flashbacks, paranoia, entre outros sintomas.

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