No Período Clássico (século VI ao IV a.C.) a Grécia conheceu seu apogeu, entretanto, envolveu-se em inúmeras guerras. As Guerras Médicas foram resultado do conflito entre gregos e persas pela supremacia marítima do Mundo Antigo. A Guerra do Peloponeso foi outra importante guerra entre a Confederação de Delos, liderada por Atenas, e a Liga do Peloponeso, liderada por Esparta.
Período Helenístico
Após a Guerra do Peloponeso, a Grécia se enfraqueceu, se tornando um alvo fácil para Felipe II, rei dos macedônios em 338 a.C. Seu filho, Alexandre Magno, assumiu o poder e adotou uma política expansionista, conquistando diversas regiões e provocando a fusão da cultura grega com a cultura oriental. Também foi neste período que as ciências tiveram seu primeiro e grande desenvolvimento.
Religião
Os gregos eram povos politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A principal divinidade era Zeus, símbolo da justiça, razão e autoridade. Os deuses gregos eram muito semelhantes aos homens: se casavam, tinham filhos, sentiam amor e ódio. Além dos deuses, havia os semideuses, heróis e muitas lendas. O conjunto destas crenças é chamado de mitologia.
Cultura
Os gregos tiveram grande importância no desenvolvimento da ciência, das artes e da filosofia, uma vez que a Grécia é considerada o berço da civilização ocidental. O clima de liberdade das cidades favoreceu o surgimento dos primeiros filósofos, como Sócrates, Platão e Aristóteles. Nas artes, os gregos tiveram destaque na escultura (Fídias, Míron e Praxíteles) e arquitetura (estilo dórico, jônico e coríntio). Alguns dramaturgos, como Ésquilo, Spofocles, Eurípedes e Aristóteles foram muito importantes. Grandes obras da Idade Média, como o Colosso de Rodes e o Farol de Alexndria foram inspiradas na arte helenística.