Arte Bizantina

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Arte bizantina
Afresco bizantino

No século IV, com a invasão dos povos bárbaros no Império Romano, o imperador Constantino resolveu dividir o mesmo em dois e transferir o centro das decisões para a cidade de Bizâncio, a qual passou a ser chamada Constantinopla. Em razão da localização da capital do Império Romano do Oriente, o desenvolvimento da arte foi influenciado por diversos povos, como gregos, persas, armênios, entre outros, realidade que resultou em um novo estilo artístico: a arte bizantina.

De caráter totalmente religioso, o mesmo se caracterizou pela sua função educativa. Em outras palavras, a arte bizantina tinha o fim de orientar os cristãos a respeito da vida de Jesus Cristo e outros assuntos relacionados, e não somente a função decorativa. Tal fator é facilmente assimilado se levarmos em conta que na época cabia ao clero a função organizar todas as formas de arte. Além do mais, o regime vigente era teocrático.

Os símbolos máximos da arte bizantina foram os mosaicos, diferentes dos desenhos gregos na temática e em algumas características, como no uso exagerado do dourado, por exemplo. Neste período, praticamente não houve o desenvolvimento da escultura, uma vez que esta remetia ao paganismo romano.

Após atingir seu apogeu no século VI, a arte bizantina conheceu seu pior momento após a instalação da Iconoclastia, doutrina que se opunha ao culto de ícones religiosos e outras obras. Mesmo assim, a arte sobreviveu até 1453, após a queda de Constantinopla.

Saiba mais: Império BizantinoImpério Romano

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